sexta-feira, 23 de agosto de 2013

A Desaceleração do Fast Fashion e o Começo de um Novo Momento - Ecotece.org.br

Hoje gostaria de compartilhar com vocês um post que li no site Ecotece.org.br, muito interessante para ler e pensar em como caminha a evolução e as mudanças do mundo da Moda. Leiam e reflitam.
Muito bom!

 

 
Quando olhamos para a história da moda no século 20, temos uma divisão bem definida das décadas e seus respectivos estilos. Glamour nos anos 20, masculinização nos 40, revolução sexual nos 60, supermercado de estilos nos 90… Porém, não é fácil identificar uma estética que defina os primeiros anos do século 21.
Foi dos anos 2000 pra cá que a moda começou a se inspirar historicamente nas décadas do século anterior, revisitando-as e criando imagens novas. Pense na grande miscelânea de estéticas vistas nos últimos 13 anos: as mulheres de Sex & The City, Gaga e seus Little Monsters, o movimento emocore, os ecofriends com seus tecidos sustentáveis, o lenço étnico da Balenciaga, high low, androginia, unissex, hipsterismo… Impossível listar todas as referências, e muito menos escolher a mais marcante.
Mas arrisco dizer que um bom resumo dos “anos 00” é o multiculturalismo. A moda nunca foi tão globalizada, e nunca tantos jovens — em tantos lugares diferentes do mundo — se vestiram da mesma maneira. E um dos grandes responsáveis por isso, além da nossa estimada Rede Mundial de Computadores, é o fast fashion.
Desde o final dos anos 1990, o fast fashion vem dominando o planeta com seus preços camaradas, design contemporâneo e qualidade questionável. É uma engrenagem que defende exatamente a grande essência da moda: a efemeridade.
O filósofo Gilles Lipovetsky comenta que, desde os anos 1950, a chamada “estratégia da obsolescência planejada” faz com que as empresas criem pequenas mudanças estilísticas em seus produtos, lançando-os como novos. Embora obras “imortais” ainda possam ser realizadas, os projetos de curta duração são o principal fruto dessa cultura, na qual os objetos tem sua morte programada com antecedência e, muitas vezes, são consumidos antes mesmo de sua posse.
O sociólogo francês Jean Baudrillard defende uma relação mais ativa com os objetos. Segundo ele, em todos os tempos comprou-se, possuiu-se, usufruiu-se, gastou-se e, contudo, não se consumiu. O consumo se dá quando se estabelece uma relação entre o indivíduo e o significado do objeto, ou seja, é o signo do qual o objeto se reveste que o torna consumível.
É aí que nasce o “objeto de desejo”: algo carregado de valores e signos que é oferecido ao homem contemporâneo como capaz de suprir suas carências internas. No entanto, ao perceber que o objeto não pode preencher esse vazio, ele permanece frustrado, gerando uma doentia compulsão para o preenchimento dessa realidade ausente. É um ciclo infinito que jamais se realiza, por não ter limites.
Porém, este cenário já começou a apresentar sinais de desgaste. Observa-se hoje uma tendência comportamental em relação à moda: a vontade por uma maior valorização de tudo que consumimos. Os produtos estão cada vez mais incorporando ao seu design valores intangíveis, deixando de ser apenas objetos para se transformarem em sujeitos que constroem com os consumidores uma relação mais emocional.
Marcas que acreditam neste conceito já estão pipocando mundo afora. Recentemente, a especialista em moda vintage Gill Linton deu uma entrevista ao PSFK em que aborda o enfraquecimento do atual formato da indústria do vestuário. Segundo ela, sua loja Byronesque existe para “instigar a imaginação das pessoas e não deixar que elas se vistam todas da mesma maneira”. Gill acredita que peças vintage são cada vez mais valorizadas, não somente pela autenticidade de seus designs ou pela história que carregam, mas pela durabilidade que oferecem, por terem sido confeccionadas com um primor de qualidade muito superior ao que estamos acostumamos.
Aqui no Brasil, os incríveis tricôs da Helen Rödel nadam forte contra a corrente do fast fashion. Assista o vídeo.
Outras tentativas — ainda tímidas — levantam a bandeira do Slow Fashion tupiniquim, como por exemplo a coleção MB Infinito da grife Maria Bonita, com modelagens clássicas que duram muito mais do que apenas uma estação; a estilista Flávia Aranha, que utiliza materiais orgânicos na confecção de peças atemporais; ou Martha Medeiros, conhecida por seu trabalho realizado junto às rendeiras do Rio São Franscisco.
A Folha de São Paulo publicou um ótimo depoimento que salienta esse cansaço geral em relação ao efêmero. O texto de Vivan Whiteman critica a grande fábrica de “tendências” que as fashion weeks se tornaram, e como é humanamente impossível acompanhar essa montanha russa de lançamentos. Concomitantemente, em uma série de entrevistas do Style.com sobre o futuro da moda, o estilista Azzedine Alaïa disse que “é inconcebível que um designer tenha uma grande ideia a cada dois meses”.
Tanto é que muitos apelam para a cópia, como mostrou uma polêmica matéria da revista Piauí em 2007. Mesmo grifes consideradas carros-chefe da moda mundial já assumiram ter copiado modelos de outras marcas.
Aliás, esse debate sobre criação autoral de moda vai esquentar na próxima edição do São Paulo Fashion Week, com a provável inclusão da Lei Rouanet na moda brasileira, dando ao estilista o direito de captar patrocínios para suas coleções. Haverá uma triagem para detectar quais são as grifes que desenvolvem um trabalho de pesquisa criativa e quais são aquelas que não contribuem para a intelectualidade da nossa produção. Provar que uma “obra” é autêntica não será tarefa fácil!
O fast fashion, esperto que é, já está sacando todas essas novas correntes, e começa a pensar em alternativas de engajar sua clientela. Nessa indústria onde criadores copiam criadores, resgatar o “significado” de uma roupa — aquele capaz de gerar desejo no consumidor — será o grande desafio do setor para os próximos anos. Afinal, a busca pela autenticidade é o que deve marcar a imagem desta segunda década do século 21.
 
Texto escrito por: Eduardo Biz
Fonte: Ponto Eletrônico
 
Link da onde tirei a postagem: http://ecotece.org.br/
 
 



quinta-feira, 25 de julho de 2013

A Moda Sustentável De Gustavo Silvestre

A sustentabilidade deve estar presente em todos os aspectos da vida de quem deseja seguir esse conceito, inclusive na moda. Isso é o que pensa o designer pernambucano Gustavo Silvestre.
O designer começou a desfilar suas peças na Casa dos Criadores, em 2004, mesmo ano em que se mudou para São Paulo e montou o seu ateliê. Alguns anos mais tarde, a partir de 2011, Silvestre começou a incorporar o “ecologicamente correto” em suas criações. O estilista usa lona de caminhão reaproveitada, PET reciclado e tinturaria natural na composição de suas malhas e jeans. Ele produz através de três sistemas sustentáveis: reaproveitamento, reciclagem e upcycling. O reaproveitamento consiste em usar materiais que seriam jogados fora, como jeans antigos que ele guarda em estoque.
A reciclagem é a transformação de materiais para a utilização e, por último, o upcycling usa materiais descartáveis para criar itens de valor agregado maior do que o produto original. Um bom exemplo é o uso dos tecidos de paraquedas para criar vestidos. Se a sustentabilidade é um conceito do qual, agora, Gustavo Silvestre não abre mão, outro elemento que começou a fazer parte de suas criações é o crochê. Desde o ano passado, o designer vem lançando coleções utilizando a técnica.
Trabalhos artesanais, como o bordado, por exemplo, sempre agradaram Silvestre. O crochê, inclusive, é algo que ele aprendeu com a família, já que desde criança observava a mãe e a avó utilizando a tradicional técnica. Além das peças de roupa, ele também utiliza o crochê em acessórios, como pulseiras e maxicolares.
 
Conheça mais sobre o Estilista em: Gustavo Silvestre
 
Fonte da postagem: http://societeperrier.com

Moda ecológica: mais do que tendência

O uso verde na moda vence os limites de mania passageira e se firma como conceito duradouro em passarelas e araras
 
Passarelas e vitrines cheias de glamour são, por essência, mutantes. Quando a escassez de recursos começa a ser uma verdade, o luxo ganha outro conceito. O Brasil conhece agora o início de uma transformação que já está arraigada em grandes territórios da moda, como Londres, Nova York e Paris. A peça de roupa do momento é feita de matéria-prima renovável, polui menos para ser fabricada e paga um valor justo aos trabalhadores envolvidos na fabricação.
É algo muito além da modelagem e do belo. O valor da roupa agora passa pela ética. Como toda grande tendência fashion que chega, porém, custa mais caro. Por enquanto. A jornalista Alice Lobo, que mantém o blog Verdinho Básico, voltado à moda sustentável, acredita que essa transformação é um caminho sem volta. A banalização de produtos conscientes nas araras deve seguir a lei da oferta e da procura e reduzir os preços para o consumidor.
– Hoje o sustentável é um nicho na moda. Mas a alta costura já foi nicho um dia, e o luxo, também – relembra Alice para quem acredita que o eco é uma tendência passageira.
Enquanto colocamos o primeiro pé na passarela, os gringos desfilam com passos firmes no quesito responsabilidade. Em eventos paralelos às semanas de moda, como o Estethica, salão de moda ética de Londres, os novos conceitos são elaborados e trocados entre diferentes produtores. Até mesmo conhecidas lojas de departamento, como as inglesas H&M e TopShop, lançam coleções inteiras feitas a partir de algodão orgânico ou de tecido reciclado.
Aqui, as ações continuam sendo pontuais. Parte vem de investimento de estilistas arrojados como Alexandre Herchcovitch, que lançou, na edição passada da São Paulo Fashion Week, peças de alfaiataria masculina feitas com tecido reciclado. A outra parte vem de novos nomes, como a gaúcha Débora Ydalgo, que, mesmo autônoma, produz peças com tecido que tem PET reciclado em sua composição.
A modelo veste blusa e colete de malha de garrafa PET Débora Ydalgo, e chapéu de lã orgânica Osklen
Foto:  Júlio Cordeiro
Ainda que as ações sejam isoladas, a consultora de moda especializada em sustentabilidade Danielle Ferraz relata um movimento crescente das marcas nos últimos dois anos:
– Hoje, muitas já nascem nos padrões da moda do futuro, enquanto as antigas se enquadraram ao conceito.
Apresentadora do canal GNT e consultora de moda, Chiara Gadaleta deseja que o tempo transforme os valores da sustentabilidade, que hoje são diferenciais de mercado, em princípios básicos da moda. Na TV e em seu blog, Ser Sustentável com Estilo, Chiara ensina a customizar e estimula o uso de roupas de brechó.
Para ela, o desejo de individualidade nas produções pode equilibrar a balança das compras em excesso. Nesse sentido, a ideia de brasilidade, com o uso de técnicas artesanais e materiais naturais, já aprovada no Exterior, pode reforçar o conceito sustentável nas roupas. Questionada sobre a possível efemeridade do que é eco no mundo fashion, Chiara é incisiva:
– Quem pensa que a moda sustentável vai acabar não entendeu nada.
 
Fonte: Hagah
 
 

terça-feira, 23 de julho de 2013

Postagem do Blog Dona Marokas sobre o Projeto Mini Estilista

Boa tarde leitores do blog ME... Tudo bem com vocês?
Hoje gostaria de mostrar para vocês uma postagem que foi feita no blog da minha amiga Mari Pacheco, o blog Dona Marokas, sobre o meu projeto Mini Estilista. Amei a postagem!


"Fala pra Marokas: Projeto Mini Estilista

Hoje vamos mostrar um projeto incrível, o Mini Estilista! A Micheli Hoffmann, além de ser a criadora da iniciativa, também coordena e cuida de todos os detalhes. É um belíssimo exemplo de como aquilo que fazemos com amor tem tudo para dar certo. O começo da história dela foi inusitado, quando a Micheli trabalhava na biblioteca de uma escola, isso lá em 2011, ela percebeu que as alunas adoravam vê-la desenhando croquis – afinal, a moda é a sua paixão e formação. Em pouco tempo, as meninas se reuniram e pediram que ela ensinasse a turma a desenhar. Pronto! Nascia aí uma ação linda.

Depois do incentivo das alunas, a Micheli apresentou um projeto de Oficina extra-curricular aos diretores da escola onde trabalhava. Com tudo aprovado, as alunas de 10 a 14 anos passaram a ter 1 hora de aula por semana. No começo, o conteúdo era desenho de moda, história da moda e tudo que envolvesse o ramo. O sucesso foi total! No outro ano, 2012, ela começou uma turminha de 6 a 9 anos, com um didática adaptada a idade delas.

Neste ano, 2013, as crianças ganharam um novo foco dentro das oficinas: a  Customização e a Eco bijus (feitas com materiais recicláveis). Por ter uma formação na área ambiental, Micheli aborda assuntos super importantes. “Decidi mostrar a essas crianças a importância da Sustentabilidade na Moda, principalmente por ser uma área tão focada no consumismo desenfreado e no problema de grande geração de lixo e de poluição que causa”, conta.

Na Eco bijus, as crianças utilizam jornais e revistas velhos, garrafas pet, caixas, latas e lacres de alumínio, entre outros. Juntando tudo isso com algumas peças básicas de biju para dar acabamento. A oficina funciona atualmente na Escola da Ilha e no Colégio da Lagoa, com duas turmas de diferentes idades em cada colégio e na Biblioteca Municipal Professor Barreiros Filho, no Estreito, com uma turma de 10 a 18 anos. Na Biblioteca é o Instituto de Geração de Oportunidades de Florianópolis que a remunera, as alunas não pagam nada!

O resultado é recompensador! “A experiência para mim é inexplicável, pois sou formada em Moda e Gestão Ambiental e é muito gratificante lidar com crianças. Amo o que faço e quero me dedicar a fazer isso cada vez melhor, levando sempre algo lúdico envolvendo a Moda e principalmente a Sustentabilidade, focando sempre em explorar a criatividade e a consciência delas. Sei que estou plantando uma sementinha nelas desde cedo. Fico feliz de pensar assim!”, finaliza Micheli. Não é um belo exemplo?"


Acessem o blog e leiam também outras postagens muito interessantes: Donamarokas.com.br

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Nina Morena Recycled - 1 camiseta = 1 árvore

Bom dia queridos leitores do Blog ME, tudo bem?

Hoje trago a vocês a nova campanha da marca Nina Morena.
"É a primeira campanha ecológica da Nina Morena, vamos desenvolver a blusa de referência 1400 feita com tecido 100% de garrafa pet reciclada. Para cada unidade vendida será plantada uma arvore. Informações do plantio: Será feito no final da campanha, totalizando o numero de unidades vendidas. O plantio será no parque ecológico Acaraí localizado em Santa Catarina no município de São Francisco do Sul, e preserva uma área de 6 667 hectares da mata atlântica. Informações da blusa: Uma linda T-shirt estampada, tecido de malha feito de garrafas pet reciclada, estampa feita no processo de sublimação, a base de água e com papel 100% reciclado, e tag com papel 100% reciclado."

 
Site da marca: ninamorena.com.br
 

sexta-feira, 28 de junho de 2013

Projeto Mini Estilista na Ric Record no Programa Ver Mais.

Boa tarde pessoal,

Hoje quero mostrar toda orgulhosa uma reportagem que passou ontem (27/06) no programa Ver Mais Floripa do canal Ric Record. Expliquei sobre o que é o problema, sempre com foco na sustentabilidade é claro. Ensinando as crianças a customizar e a fazer eco bijuterias, levando a preocupação ambiental para a moda.

Como está no site da emissora:

"Crianças têm aulas em mini faculdade de moda em Florianópolis

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Fazer novo a partir de velho

A reciclagem de fibras está a convencer cada vez mais marcas, com muitas a apostarem em novos projetos para fecharem o ciclo da cadeia de aprovisionamento. É o caso da G-Star, Kuyichi e H&M, que têm a ambição de darem vida nova a vestuário velho.
Fazer novo a partir de velho
O fechar do ciclo na cadeia de aprovisionamento de vestuário continua a marcar pontos, com mais marcas a começarem a lançar produtos que usam fibras recicladas.
Num evento organizado pelo grupo de sustentabilidade Made-By, representantes das marcas de denim G-Star e Kuyichi revelaram como estão a integrar algodão reciclado nos seus produtos. Atualmente, a G-Star recicla o denim usado pelos seus funcionários e de produtos defeituosos, enquanto a Kuyichi lançou no mês passado um sistema batizado Deposit Denim.
A trabalhar em parceria com a Texperium, o diretor de vendas internacionais da Kuyichi, Peter Schuitema, indicou que a empresa pretende incluir até 40% de fibras recicladas nos seus jeans. A fibra reciclada será fiada com algodão virgem orgânico para assegurar que o tecido é suficientemente resistente para ser usado como denim.
O desejo da Kuyichi de inovar remonta ao seu passado, já que foi criada em 2000 depois da organização não-governamental holandesa Solidaridad ter apoiado a produção de algodão orgânico no Peru. Na altura, nenhuma das grandes marcas estava interessada em comprar algodão orgânico, por isso decidiram lançar a Kuyichi. «A razão pela qual o fizemos foi para mostrar que é possível», explicou Schuitema.
Outra retalhista que está a apostar no ciclo fechado é a H&M, que lançou um projeto de reciclagem de vestuário em dezembro do ano passado. O especialista de ciclo de vida da empresa de moda, Erik Karlsson, revelou que recebeu 750 toneladas de vestuário desde fevereiro. Mas embora tenha ambições a longo prazo para o programa, «mudar o comportamento do consumidor é essencial, devolver vestuário é novo e irá demorar algum tempo», defendeu Karlsson.
Apesar de estar ainda numa fase inicial, Erik Karlsson explicou que o PET reciclado, da garrafa ao tecido, reduz a emissão de gases com efeito de estufa em 58%, o que mostra o «enorme potencial» para modelos de negócio de ciclo fechado. «Fechar o ciclo nos têxteis, fazer novo a partir de velho é a nossa ambição a longo prazo», sublinhou. O responsável da H&M explicou ainda que 95% do vestuário que vai para aterro poderia ter outras utilizações e que na Suécia, os consumidores deitam fora 15 kg de vestuário por pessoa por ano, com 8 kg a serem incinerados.
Nick Morley, diretor de sustentabilidade na consultora Oakdene Hollins, acredita que a indústria precisa de se focar em todas as formas de reciclagem, não apenas no ciclo fechado. «O ciclo fechado atraiu a imaginação, é mais fácil de explicar do que as associações que vendem produtos no terceiro mundo», considera.
Morley antecipa a que a concorrência às associações por vestuário velho e os programas de vestuário por dinheiro aumentem, o que significa que os consumidores vão tornar-se cada vez mais cuidadosos com a forma como deitam fora as suas roupas. Sugere mesmo que isso pode significar que 70% a 80% do vestuário será recolhido a longo prazo. «Vai tornar-se rapidamente muito valioso», concluiu Morley.
 

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Brinquedos feitos de chinelos tiraram 400 toneladas de lixo do oceano no Quênia

Em minhas viagens pela rede virtual encontramos e lemos muitas coisas, boas e ruins... Mas fiquei super admirada ao conhecer um projeto no Quênia, através do site Papo de Homem.
 
Um projeto que retira do oceano próximo ao país toneladas de chinelos que vem com as correntes marítimas. Esses chinelos são reciclados, transformando em novos produtos extremamente criativos. Como brinquedos, chaveiros, objetos de decoração, entre outras.
 
Leia a notícia na íntegra retirada do Site Papo de Homem e escrita por Luciano Ribeiro.
 
"Existem duas  manchas gigantescas que se aglomeram no Oceano Pacífico, devido às correntes marítimas. Calcula-se que uma área equivalente à dos Estados Unidos de lixo está flutuando sobre o oceano. Há quem diga que, na verdade, esta área é muito maior, já que não é fácil estimar seu tamanho real, devido ao constante movimento que ela executa. Invisível para nós, que estamos em terra, utilizando e descartando material freneticamente todos os dias, sem fazer a menor ideia do destino disso tudo que jogamos fora, mas que gera efeitos.
Um desses efeitos é os detritos pararem em praias pelo mundo inteiro. E em uma dessas praias, em Nairobi, Quênia, os moradores decidiram reaproveitar o lixo, criando brinquedos à partir da enorme quantidade de chinelos que vinham pelo mar.
A iniciativa se chama Ocean Sole, empregam cerca de 100 pessoas e já conseguiram reaproveitar mais de 400 toneladas de lixo do oceano. Repito: 400 toneladas."
 
 
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Não são lindos? A proposta deste projeto é incrível! O site do projeto é: Ocean Sole
 
Se quiserem ver o site do qual eu extrai esta noticia: Papo de Homem.