terça-feira, 3 de novembro de 2009

Éden lança coleção de Verão/10



Em sua quarta coleção, a Éden, primeira grife nacional 100% orgânica, parte de alguns conceitos que definem o life style da marca, entre eles, o conforto, textura e toque dos materiais orgânicos. Transita entre o rústico e o sofisticado propondo, através dessa fusão, o olhar contemporâneo da marca.



Do universo Éden surgem animais variados, em estampas, bordados e até nas formas das peças de cores lavadas e neutras, características de suas origens de plantas, flores e sementes usadas como pigmentos e corantes naturais. Uma das grandes novidades na cartela de cores é o chiclete, uma nova conquista da grife em matéria de pesquisa e desenvolvimento de novas cores orgânicas.


Sempre referência nas coleções, o jeans ganha novas modelagens e lavagens na coleção masculina e feminina. O jeans da Éden, além do algodão 100% orgânica, tem sua coloração feita pelo anil plantado na própria fábrica e usa açúcar como abrasivo natural nas lavagens. Calças, bermudas, saias e vestidos estão na coleção Verão 2010 da Éden.


Outra novidade da estação é a utilização da cambraia de algodão orgânico em camisas, batas, blusas e vestidos, proporcionando um toque extremamente macio e muita leveza às peças.


Para seu catálogo, o cenário escolhido foi a cidade de Conchas, no interior de São Paulo, onde o fotógrafo Gabriel Barros clicou os modelos Luiza Windberg (Way Model) e Dante Tozzeto (Ford) em meio à natureza, principal elemento preservado pela marca.
A coleção de Verão/10 da Eden já pode ser encontrada em sua flagship store, em São Paulo, e nos demais pontos de venda autorizados.



Éden
Rua Harmonia, 271 – Vila Madalena - S. Paulo
http://www.edenorganic.com.br/

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Roupas convertem movimentos em eletricidade com muito estilo


Para a construção dos modelos, buscaram-se projetos de estudantes de design que deram origem a um conjunto de protótipos.

Cores da tendência e caimento perfeito. Essa não foi a principal preocupação do XS Labs ao desenvolver a Captain Electric, mas com toda certeza, a coleção de vestidos criada pela parceria entre designers e cientistas carrega muito estilo e ainda é capaz de converter a energia do movimento em eletricidade.
Os vestidos Itchy, Sticky, e Stiff fazem referência aos aparelhos de segurança e proteção pessoal e, como uma resposta a uma situação de emergência ou medo, transformam a energia cinética liberada pelos movimentos do corpo em luz e sons.

Os grandes colares lembram uma volumosa gola de lã,e também aquele incomodo da famosa gola rolê

Mas no caso da Captain Eletric, a emergência é outra. Sabe aquele puxa daqui e estica de cá lá que "mulheres-contorcionistas" do mundo todo fazem para, literalmente, adaptarem-se às roupas? Pois foi justamente esse incomodo causado por algumas peças de vestuário que motivou a coleção.
“Refletindo a relação histórica entre o desconforto e a preocupação com o estilo, os vestidos restringem e remodelam o corpo (como algumas das roupas convencionais) mas com o intuito de produzir energia suficiente para abastecer-se e atuar eventualmente com som e luz”, explicam os artistas que participaram do trabalho.
A criação parece ter dado respostas positivas à pesquisa que inspirou o seu desenvolvimento. Desde 2007, a empresa investigou possibilidades do vestuário gerar energia, e parece que, finalmente, as roupas podem ter mais uma utilidade, além do simples vestir.


A intenção do modelo Stick é forçar o corpo a mover-se em movimentos acentuados e assim gerar energia

Incomodo x Energia

Para a construção dos modelos, os pesquisadores selecionaram uma série de projetos de estudantes de design e os transformaram em um conjunto de protótipos. Por fim, chegaram a origem das três peças.
"Ao invés de tentar esconder os geradores e seu funcionamento, optou-se abertamente por integrar o conceito ao design de vestuário", afirmam os designers. Conheça um pouco mais sobre cada vestido:
O Itchy tem silhueta de couro costurado, decorado com grandes colares de lã móveis. A sobreposição dos colares, que lembram uma volumosa gola rolê (comumente conhecidas por causarem certa inconveniência em que as usa) incentiva o usuário a movê-los para trás e para frente, gerando a energia que fazem os colares se iluminarem.

A energia armazenada no equipamento do vestido Stiff é capaz de ativar um MP3 player

Já o Sticky é um vestido de couro com capuz destinado a impedir o movimento natural do corpo, com as mangas do vestido amarrados a uma placa rígida presa na cintura. A intenção do Stick é forçar o corpo a mover-se em movimentos acentuados , produzindo energia para abastecer uma série de LEDs integrados em seu bolso.
O equipamento Stiff usa a dificuldade da postura causada pela rigidez muscular como fonte de inspiração. A energia criada a partir de colheitas de movimentos ou pressão sobre a parte traseira do equipamento é capaz de ativar um MP3 player integrado ao capuz.

Fonte: http://www.ecodesenvolvimento.org.br/noticias/roupas-convertem-movimentos-em-eletricidade-com

Colares sustentáveis são tendência em todo o mundo

Nada de pedras preciosas, diamantes ou ouro, os colares feitos com materiais reaproveitados ou reutilizados são tendência no mundo da moda e chamam a atenção dos consumidores pela criatividade e responsabilidade ambiental agregados ao produto.
Com tecidos reaproveitados, eco-plástico ou sementes, as novidades em colares sustentáveis são menos agressivas ao meio ambiente da produção ao descarte, já que com um pouco mais de imaginação poderão render novas peças.
Despontando cada vez mais no mercado (graças ao seu “valor agregado”, que atrai os novos consumidores, mais conscientes), os acessórios feitos de maneira artesanal ou com um conceito (e prática) relacionado ao melhor uso dos recursos naturais também entram nas casas de mulheres em todo o mundo através do famoso “faça você mesmo”.
Confira algumas peças e boas ideias para aplicar na sua produção:


Eco plástico

Apesar do nome pra lá de brasileiro, Batucada é uma grife de acessórios francesa que buscou no Brasil a inspiração para criar uma linha de colares e pulseiras feitas com eco-plástico (sem adição do composto químico ftalato, normalmente usado para deixar o material mais maleável). Os colares feitos em formas orgânicas são resistentes e práticos, podem ser lavados com água e sabão.


Sobras de tecido

Com um pedaço de tecido, um fio de nylon e um alfinete são suficientes para a confecção deste colar. Depois de transpassado com a linha e pregado o alfinete como abotoador, o tecido já se transformou em um colar leve que pode ser usado de maneira despojada e causal. No site Happy Together (em inglês) pode ser acessado o passo a passo da criação com dicas para incrementar um pouco mais a peça.


Renda com aplicações

Quem gosta de dar um toque romântico ao visual moderno sempre lembra das rendas. O detalhe super feminino pode levantar a produção ainda mais com a aplicação de miçangas e pequenos elos que fazem do pequeno bordado uma peça destaque dentro do look. A White Owl se especializou na confecção dos bordados como acessórios e tem no site lindas dicas que podem ser feitas em casa. Já imaginou aplicações com fuxicos ou pequenos crochês?


Marfim-vegetal

Um novo hit vem ganhando espaço em todo o mundo: o marfim-vegetal. Como alternativa sustentável ao marfim retirado das presas de elefantes, a espécie também conhecida como Jarina é uma variedade de palmeira encontrada principalmente no norte da América do Sul. Podendo ser coloridas, as peças confeccionadas com o material são as mais variadas possíveis e não existe limites na hora da criatividade, pois a janira pode ser aplicada a diferentes modelos.

domingo, 18 de outubro de 2009

Fujiro Ecotextil transforma material PET em camisetas e sacolas ecológicas. Empresa já retirou 800 garrafas do meio ambiente

12/11/2008

Mais de 800 mil garrafas PET já foram retiradas do meio ambiente pela Fujiro Ecotextil através de seu processo produtivo. Aproveitando as fibras resistentes e maleáveis do material, a empresa de Blumenau aposta na reciclagem das garrafas PET para a confecção de fios e produção de camisetas e sacolas ecológicas.
Há três anos no mercado, a empresa destina grande parte de sua atuação para a área ambiental. Acompanhando o mercado na busca de soluções para esse segmento, a Fujiro produz camisetas, uniformes, acessórios, sacolas ecológicas e produtos promocionais sem esquecer o compromisso com a sustentabilidade. A maioria das camisas, por exemplo, conta com malha produzida com 50% de fios de algodão e 50% de fios de garrafas PET recicladas.
Bruno Sedrez, diretor presidente da companhia, acredita que hoje a aceitação do mercado a produtos com essa proposta é muito grande. “Atualmente todas as empresas estão preocupadas em adotar medidas ecológicas. Mas há três anos a Fujiro já está pensando em soluções de qualidade para esse setor”, destaca, em entrevista ao Noticenter.



REDUÇÃO DE RESÍDUOS

O volume de produção da Fujiro chegou a 220 mil itens em 2007, contabilizando apenas as camisetas ecológicas. Até outubro de 2008 essa produção já alcançou as 200 mil unidades, o que aumenta a expectativa da empresa. Segundo Ana Paula Sedrez, diretora comercial, cada camisa produzida pela companhia retira duas garrafas do meio ambiente. “No caso das sacolas ecológicas, como a porcentagem de material PET utilizado é um pouco menor, de 13%, esse número fica em uma garrafa retirada da natureza para cada quatro sacolas fabricadas. O que também gera um número bastante expressivo”, revela.
Em todo o período de atuação a Fujiro já retirou mais de 1 milhão de garrafas PET do meio ambiente. “Além de eliminar esse material da natureza, produzimos peças de qualidade, com textura suave e cores diferenciadas”, esclarece.

MERCADO DE ATUAÇÃO

Com clientes como a Petrobrás, Vale, Bradesco, Taschibra e Greenpeace, a empresa tem aproximadamente 85% de seu mercado de atuação na região sudeste do país. “Trabalhamos em campanhas de companhias que pretendem abraçar a causa ambiental. Nossos produtos utilizam algodão virgem, reciclado e embalagens ecológicas, além dos fios de garrafa PET”, destaca o diretor.
Ana Paula aponta que, em uma pesquisa recente, 70% das pessoas demonstraram se preocupar com a opinião das companhias sobre projetos ecológicos. “Isso faz com que as empresas se conscientizem cada vez mais e busquem medidas ambientais de qualidade”, comenta.

COMO É FEITA A MALHA?

O processo de produção de fios a partir de garrafas de plástico recicladas não é tão complexo quanto parece. As empresas compram o material de plástico armazenado por cooperativas e iniciam a transformação. Após serem lavados, moídos e submetidos a um processo de descontaminação, os itens são fundidos a uma temperatura de 300 graus Celsius e transformados em flocos. A partir daí, os flocos são alterados para fibras de poliéster para confecção de tecidos.

NOVAS IDÉIAS

Para manter a expansão nas atividades alcançada nos últimos anos, a empresa já busca novidades para 2009. Bruno afirma que outros tipos de fibras estão entre os planos. “Estamos observando o que há de novo nesse setor e pesquisando o que melhor se adapta às nossas atividades”, comenta. “Embalagens ecológicas, feitas com fios de garrafa PET também estão entre os planos”, acrescenta.

SOBRE A FUJIRO ECOTEXTIL



Com o objetivo de preservar o planeta e causar uma mudança cultural na visão da sociedade, a Fujiro Ecotextil atua com forte ênfase em tecidos feitos com algodão e garrafas PET recicladas. Produzindo camisetas, uniformes, acessórios e sacolas ecológicas com temática ambiental, a empresa permite, com seus produtos, o fortalecimento na imagem institucional e promocional das companhias. A visão voltada à sustentabilidade e a consciência ecológica são os principais diferenciais da Fujiro.

Fonte: http://www.revistaportuaria.com.br/site/?home=noticias&n=CCmmd&t=fujiro-ecotextil-transforma-material-pet-camisetas-sacolas-ecologicas-empresa-retirou-800-garrafas-meio-ambiente

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Moda - O que é?

Definição de Moda: A moda não é o simples uso das roupas no dia-a-dia. A moda é um fenómeno sócio-cultural que expressa os valores da sociedade – hábitos e costumes – numa determinada época.

Por outras palavras “a moda transmite aos outros quem somos” mesmo nos dias de hoje.


Fonte: http://naosejabemvindo.blogspot.com/


Moda já deixou de ser sinônimo de futilidade e improvisação há muito tempo. A palavra "moda" vem do latim modus, significando "modo", "maneira.
Nada mais é que um sistema que acompanha o vestuário e o tempo, que integra o simples uso das roupas no dia-a-dia a um contexto maior, político, social, sociológico. Você pode enxergar a moda naquilo que escolhe de manhã para vestir, nas passarelas do Brasil e do mundo, nas revistas e até mesmo no terno que veste um político ou no vestido da sua avó. Moda não é só "estar na moda". Moda é muito mais do que a roupa.

Fonte: http://dofundodoarmario.blogspot.com/2007/10/afinal-o-que-moda.html



Moda é a tendência de consumo da atualidade. A moda é composta de diversos estilos que podem ter sido influenciados sob diversos aspectos. Acompanha o vestuário e o tempo, que se integra ao simples uso das roupas no dia-a-dia. É uma forma passageira e facilmente mutável de se comportar e sobretudo de se vestir ou pentear.

A moda é abordada como um fenômeno sociocultural que expressa os valores da sociedade - usos, hábitos e costumes - em um determinado momento. Já o estilismo e o design são elementos integrantes do conceito moda, cada qual com os seus papéis bem definidos.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Moda



A moda é uma arte?

Ana Sánchez de la Nieta
A procura da beleza na moda faz com que o trabalho do desenhista se aproxime muito do trabalho do artista.
Como este, o costureiro precisa de elementos de inspiração para criar, para confeccionar as suas coleções. Há alguns desenhistas que se inspiram numa determinada época histórica (daí os famosos revival que recuperam vestes do passado adaptando-as à atualidade), numa gama de cores, em determinados tecidos...
A moda é uma arte; alguns vestidos de alta costura não têm nada a invejar aos objetos de ourivesaria; no polo extremo, a semelhança entre o estilo grunge e a pintura hiper-realista é bastante evidente.
O mérito da moda como arte é que, com palavras do filósofo Manuel Fontán de Junco, "conseguiu estabelecer uma ponte entre a beleza e a vida. A moda é uma arte que se usa, que se leva para a rua; é uma arte de consumo a que todos têm acesso"[1]. E é fundamentalmente uma arte humana. Uma arte feita por e para o homem.


Fonte: http://www.portaldafamilia.org.br/artigos/artigo252.shtml