segunda-feira, 17 de dezembro de 2007

Minha criação

Vou colocar hoje fotinho do meu trabalho da Faculdade...
Foi apresentado no VI Encontro de Moda Unisul, que ocorreu no Shopping Beiramar em Fpolis/SC, no dia 13/11/2007.

A roupa foi feita com failete branco, com partes feitas com garrafas pet e partes com arame, tendo por título "Ambientalmente Excluído".
Release:
"O padroeiro da igreja barroca de Nossa Senhora das Necessidades é Santo Antonio, o defensor dos animais e consequentemente do meio ambiente. Com o crescimento desordenado, surgem às degradações ambientais e uma pessoa preocupada em cuidar do meio ambiente, o Eco chato. As pessoas podem ser comparadas aos peixes, e as regras da sociedade a uma rede de pesca, onde o eco chato é um peixe que age diferente do cardume e por isso é excluído dessa sociedade.
Tendo por base este conceito, criou-se um look conceitual para uma mulher, assim como eu, preocupada com o meio ambiente. Destaca-se a preocupação e a ligação com os animais, uma mulher ativista, ecologista, vegan. A materialização do conceito caracterizou-se pela transformação do failete branco, com pontos de crochê e tricô. Materiais recicláveis foram aplicados no tecido de diversas formas. Detalhes de peixes ou escamas e outros em diversas formas de redes, também foram trabalhados."

Modelo: Camila Koerich Espindola.
Fotos:




sexta-feira, 7 de dezembro de 2007

quinta-feira, 6 de dezembro de 2007

Grandes conquistas da moda ecológica

Por Francesca Colombo


Roupas feitas com fibras naturais e materiais reciclados ganham terreno na Itália. Gigantes da moda, como Giorgio Armani, se somam à tendência.

MILÃO, Itália.- O respeito pelo meio ambiente, a utilização de fibras e tintas naturais e a reciclagem de roupas e objetos usados são a base da moda ecológica, que pouco a pouco ganha terreno entre os consumidores e estilistas na Itália. A também chamada “ecomoda” confecciona roupa orgânica. Isto é, elaboradas com tecidos em cuja produção não são usados produtos químicos, nem fertilizantes, nem pesticidas. Com 72 mil empresas e 700 mil empregados, a indústria italiana do vestuário é uma das principais do mundo: fatura quase US$ 90 milhões ao ano. E, embora a moda de baixo impacto ambiental esteja mais desenvolvida em mercados como o inglês e o alemão, até gigantes do ramo, como Giorgio Armani, estão dispostos a aderir à tendência.


Armani agora cria jeans “ecologicamente corretos”, feitos com algodão orgânico. Outras grifes famosas internacionais vendidas na Itália, com Levi Strauss, Gap, Nike ou Marks & Spencer, também uniram-se à moda ecológica. Ponchos feitos com fibra de soja, trajes elaborados com embalagens de ovos ou calças fabricadas a partir de algas são alguns exemplos desta moda alternativa que combina criatividade com materiais insólitos. Muitos estilistas também reutilizam vestidos velhos ou que já não servem mais, para conservar os recursos naturais.


O algodão é um dos materiais mais usados na indústria têxtil e do vestuário, e um dos mais controvertidos. Segundo estimativas da Organização Mundial da Saúde, no mundo existem entre 500 mil e dois milhões de vítimas de intoxicações agroquímicas e um terço delas é de cultivadores de algodão. A reciclagem é outro componente importante da moda ecológica, não só para proteger o meio ambiente, como também para promover a economia nas grandes empresas e recuperar materiais nos países em desenvolvimento.


segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

Moda Ecológica no Arte Reciclável


O meu bloguinho está começando a engrenar... hihihi

A Mônica Brandão do site Arte Reciclável falou muito bem do meu blog.

Se alguém tiver interesse está no link abaixo.



Obrigado Mônica, pelo comentário. Espero que este blog seja muito útil para os profissionais de moda e para outros profissionais de qualquer área, como exemplo de uma atitude ecológica.

O objetivo maior é a defesa do meio ambiente, com um desenvolvimento sustentável, desde a formiga ao ar, enfim tudo que nos rodeia.
É isso... obrigado!