domingo, 3 de março de 2013

Moda Sustentável - The Fashion Duel

Para incentivar as grandes grifes mundiais a buscarem uma produção mais sustentável, o Greenpeace criou o The Fashion Duel.

No projeto, quinze marcas responderam a uma pesquisa sobre suas políticas de adequação ambiental, e com base nessas respostas foram ranqueadas pela ONG. Nesse ranking, somente a grife Valentino se encaixou nos requisitos de uma empresa sustentável, pelos padrões do Greenpeace. Legal, né?
Outras como Dolce & Gabanna, Channel e Prada apareceram no final da lista. Hoje em dia não basta ser chique, tem que ser sustentável e pensar no futuro do planeta!

Eco Moda: Valentino é considerado o mais ecológico da marca Greenpeace

Eco moda, Valentino é considerado o mais ecológico da marca Greenpeace
De acordo com a respeitada organização Greenpeace, em sua lista que classifica as marcas de moda e sua contribuição para a ecologia, o italiano de moda da marca Valentino é o mais ambientalmente amigável.
Parece que Valentino é o único dos 15 tipos do mesmo sector que ganhou aprovação em três pontos, no domínio das embalagens, couro e tecidos utilizados na sua recolha. O compromisso da marca com o desmatamento zero implica.
Voltar de Valentino, Armani são marcas Dior, Gucci e Louis Vuitton, para garantir medidas de incentivo à política contra o desmatamento para a produção de couro e embalagem. No entanto, essas marcas são criticados pela organização de defesa do meio ambiente, a falta de compromisso relacionado aos produtos livres de tóxicos.
Em posts recentes do Greenpeace classificação são Roberto Cavalli e Chanel, Prada, Dolce & Gabbana e Hermès. Segundo o Greenpeace, essas marcas se recusar a responder ao questionário com o qual a organização define o grau de consciência de marcas verdes demonstrando que eles não estão dispostos a considerar os interesses dos consumidores ea sua contribuição para o ambientalismo.

Moda ecológica conquista cada vez mais estilistas


Há cada vez mais estilistas a darem atenção ao desenvolvimento sustentável, com peças amigas do ambiente. Este ano, a New York Fashion Week deu espaço ao conceito

Roupa produzida com algodão biológico, polpa de celulose de madeira ou restos de tecidos são exemplos de moda ecológica, ou "eco fashion". Este novo modelo de criação de vestuário compreende a utilização de matérias-primas amigas do ambiente e técnicas de produção responsáveis.

Durante a New York Fashion Week, que aconteceu na passada semana, vários estilistas assumiram o compromisso ecológico. São os casos de Rogan Gregory, da marca Loomstate, ou Daniel Silverstein, director criativo e co-fundador da 100%NY. Também Soham Dave atribuiu um cunho verde à sua linha criativa, optando pela manufactura tradicional de artesões locais na Índia.
Designer de moda Marlene Oliveira só trabalho com materiais ecológicos.

Em Portugal, o movimento dá os primeiros passos. A loja online "Tecidos Ecológicos" da designer de moda Marlene Oliveira tem como filosofia "um enorme respeito pela vida: das pessoas, dos animais e do planeta". Lá, são vendidos tecidos e vestuário "ecológicos e veganos", que privilegiam os fornecedores, garantindo "uma forma de comércio justo".

"Em Portugal, não encontrava materiais que fossem de acordo com os meus valores pessoais. Materiais de origem animal, como peles, sedas ou lãs estavam completamente fora de questão utilizar. A solução foi procurar fora do país, onde encontrei materiais com certificação ecológica e de comércio justo", conta Marlene.
 

A designer garante que os tecidos têm muita qualidade, mas o mais importante é a "consciência tranquila" com que fica, sabendo que está a contribuir para um "mundo melhor", em que respeita a saúde das pessoas, o ambiente e os animais.

Marlene Oliveira diz notar um aumento de adesão dos consumidores, mas o mesmo não acontece do lado da oferta: "Deveria começar pelos estilistas, para que os consumidores pudessem adquirir produtos conscientes. Deveria haver mais oferta por parte das marcas, para que o público tivesse mais escolha", afirma.

Moda sustentável: você é responsável por aquilo que veste

 / Créditos: Reuters
Passarela do EcoChic em Xangai, um desfile de moda que apresenta roupas confeccionadas com tecidos ecologicamente corretos, visando uma indústria fashion mais ‘verde’. (Foto: Reuters)

Sustentabilidade do universo fashion também está no processo de fabricação do tecido e em sua reciclagem e seu reaproveitamento.
Há alguns anos, Stella McCartney, uma reconhecida estilista inglesa, junto com os desenhos de sua nova coleção, lançou para o mundo uma tendência que viria para ficar: moda sustentável. A estilista apostou em roupas de tecidos ecologicamente corretos, feitos de garrafa pet, algodão orgânico e fibra natural, e abandonou peles e couros de animais. Seguindo essa tendência e valorizando o debate da sustentabilidade, estilistas de todo o mundo também passaram a investir na sustentabilidade como diferencial de suas criações. 

A sustentabilidade na moda abrange muito mais do que apenas utilizar materiais que não violem direitos dos animais. No Brasil, o pioneirismo nessa área pode ser visto na defesa de conceitos como a reutilização de tecidos, a redução de resíduos e a reciclagem do que parecia perdido para o mundo fashion. 

“A sustentabilidade está em toda a cadeia produtiva envolvida. Há um processo longo, que envolve muitas pessoas. Desde o plantador de algodão até o resultado final, que é a peça de roupa. Há o tingimento, a grafia, a costura. É uma cadeia muito grande”, explicou Lia Spinola, 29, formada em moda e diretora do Instituto Ecotece.

Usei e não quero mais, e agora?
A reutilização de peças de vestuário é uma etapa do processo do vestir sustentável. O Ecotece tem como missão reunir iniciativas e ideias inovadoras na área e capitalizar esse conhecimento em forma de subsídios para projetos sociais. 

Um dos focos de atuação do instituto é a capacitação de indivíduos de comunidades carentes. “Entendemos que, a partir da geração de renda, atrelamos diversos fatores fundamentais. Temos um projeto em que capacitamos donas de casa para desenvolver produtos com materiais ecológicos, transformando o que seria lixo, na indústria têxtil, em novos produtos”, contou Lia. 

Outra iniciativa bastante interessante do Ecotece, que visa diminuir o desperdício de peças reaproveitando-as, é a transformação de uniformes corporativos. O instituto criou o Projeto Uniforme, que utiliza os próprios uniformes que seriam descartados e transforma em novos produtos que atendam à demanda da empresa, como brindes corporativos, por exemplo. “Com isso, o ciclo de vida do material é muito maior”, continua Lia. 

Uma fábrica mais sustentável: reciclagem de insumos
Um exemplo de empresa que aposta numa produção mais sustentável é a Tecelagem Canatiba. A empresa, que fornece matéria-prima para países da América do Sul, América do Norte e América Central, está investindo em processos mais sustentáveis de produção em sua fábrica.

“Nossas fábricas são menos poluidoras. Estamos fazendo reciclagem de produtos, de químicas, insumos e matéria-prima”, contou Marli Vernillo, gerente de marketing da Tecelagem. De acordo com Marli, a Canatiba trabalha com mecanismos de reciclagem de gases emitidos, de economia de água e utilização de outros insumos.

Vestir consciente
Tanto Marli, da Canatiba, quanto Lia, do Ecotece, veem a sustentabilidade na moda como uma premissa que veio para ficar. “No geral, a sustentabilidade não é uma questão de moda passageira, é algo que realmente está sendo pensado, estudado e aplicado”, afirmou Lia.

Para Marli, o investimento em processos de fabricação diferenciados será compensado pela demanda do mercado. “Alguns dos nossos processos são mais custosos por ser novidade, com novos conceitos de maquinário, mas há um retorno nessa economia de insumos, pois cada vez mais há uma busca por mais valor agregado aos produtos”, completou Marli. 

Com a ideia do “vestir consciente”, o Ecotece propõe pensar a moda como um ato cotidiano. “Todo dia vestimos algo. É preciso pensar o que há por trás do que vestimos”, finalizou Lia.


sexta-feira, 1 de março de 2013

Uniformes ecológicos da Flexicotton incentivam reflorestamento

Vem de Santa Catarina um bom exemplo de sustentabilidade empresarial. A Flexicotton, indústria que fabrica toda a linha de produtos de higiene pessoal da marca Bellacotton, adotou novos uniformes para os colaboradores e investiu na conscientização das pessoas. Todas as camisetas são feitas com algodão 100% orgânico, que mantém características rústicas na estrutura da malha, como cascas e resinas da planta.
 
As peças “do bem” fazem sucesso entre os colaboradores e incentivam a prática do reflorestamento. Elas possuem uma tag com semente de árvore nativa da Mata Atlântica e um número de identificação. Dessa forma, é possível identificar o local onde cada colaborador plantou a sua semente. O benefício das camisetas começou na produção, com redução de 30% no consumo de energia e 6 litros de água por peça.
 
Práticas ecoeficientes - A preocupação com a preservação ambiental já faz parte da rotina da indústria. O sócio-diretor da Flexicotton, Jacinto Silveira, conta que foi realizado um estudo dos hábitos dos colaboradores e o resultado revelou que cada colaborador utilizava, em média, 14 copinhos descartáveis por dia. Para reduzir esse número, todos ganharam canecas personalizadas. Também foram substituídas as toalhas de papel dos banheiros por secadoras de mão e feita uma campanha interna com distribuição de cartazes educativos com informações sobre preservação ambiental.

No Oscar: Greenpeace fala sobre eco-vestid​o usado por Bond Girl

Bom dia queridos leitores, recebi por e-mail do Tristan Tremschnig, ele é Especialista em Relações de Mídia do Greenpeace International.
 
Imaginem em todo o glamour do oscar, poder se vestir "elegantemente" e ao mesmo tempo está usando algo sustentável? Parece impossível? Mas não é!!! A atriz Naomie Harris caminhou pelo famoso tapete vermelho com nada mesmo que um vestido totalmente sustentável, entendam melhor lendo a notícia abaixo.
 
Vestido sustentável usado pela atriz Naomie Harris é tendência no tapete vermelho do Oscar
(Crédito: Divulgação Red Carpet Green Dress).
 
O tapete vermelho da cerimônia anual do Oscar sempre foi palco para os melhores estilistas exibirem suas peças nos corpos cobiçados dos astros de Hollywood. Com a alta da moda ambientalmente correta, produções “verdes” agora também ganham espaço no evento que premia os maiores do cinema internacional. A representante da moda sustentável na edição deste domingo foi a atriz Naomie Harris.
A ex-Bond girl vestia um longo amarelo na cerimônia. Mas aquele não era um vestido comum. Além de linda, a peça foi criada pelo jovem designer Michael Badger com a ajuda de Vivienne Westwood e sua equipe de alta-costura, e foi desenhada para ter o menor impacto possível no planeta.
A produção fez parte do concurso “Tapete Vermelho Vestido Verde”, fundado há quatro anos por Suzy Amis Cameron, esposa do diretor James Cameron, que se inspirou na popularidade da temática apresentada pelo filme Avatar, em 2009. O concurso lança o desafio para designers criativos de todo o mundo, para criarem um vestido à altura do tapete vermelho feito com tecidos orgânicos, sustentáveis ​​ou reciclados, que mostram um respeito ao meio ambiente e seus recursos.
Para montar o look deste ano, a equipe do "Tapete Vermelho Vestido Verde" entrou em contato com uma série de especialistas e consultores externos, incluindo o Greenpeace, para tentar fazer o vestido com os mais altos padrões ambientais possíveis.
 
Tudo foi feito a partir do tecido orgânico e certificado da fábrica GOTs, com botões e fechos recuperados (provenientes de peças vintage de Vivienne Westwood), e através de processos naturais selecionados, como o uso de camomila e capim dourado para ajudar a alcançar a cor ideal para o vestido.
Mas nada é perfeito. E isso enfatiza a necessidade de grandes marcas e fornecedores tomarem medidas urgentes para limpar a indústria da moda e atender à crescente demanda por produtos que agregam valor ao nosso meio ambiente, sem contribuir com o desmatamento de florestas tropicais ou com a poluição tóxica dos rios.
O vestido cumpriu um papel importante pela quantidade e o grau de influência das pessoas que o viram. A história por trás deste vestido vai ajudar a levar para o grande público e para aqueles que têm poder de mudar o sistema, a mensagem sobre a necessidade urgente de transformar a forma como as roupas são feitas.
 
Notícia enviada por e-mail para mim por Tristan Tremschnig, Especialista em Relações de Mídia, Greenpeace International. Fotos e notícia extraída do site do Greenpeace Brasil.
 

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Moda sustentável: a tendência que está sempre em alta

Olá Leitores do Blog ME, hoje quero trazer para vocês uma notícia do site TodaEla, muito interessante, não vou colocar inteira aqui pois é meio grande se quiserem ler na integra é clicar em leia mais... lá no fim do post.

Conheça o movimento que investe em tecidos naturais e promove técnicas que protegem o meio ambiente.

Crédito: Shutterstock

Anualmente, consumimos quilos e mais quilos de tecidos. Seja em roupas, acessórios ou artigos para a casa, os tecidos fazem parte do nosso dia a dia e causam um impacto maior do que podemos imaginar. No entanto, em tempos em que muito se fala sobre sustentabilidade, existem empresas preocupadas com a responsabilidade social e com os efeitos que sua produção pode causar no meio ambiente e na vida das pessoas. Desde a escolha das matérias-primas até o descarte das peças após o uso, existem roupas que foram pensadas para minimizar os impactos no mundo em que vivemos. Dessa maneira, conheça melhor os princípios em que consiste a moda sustentável, fique por dentro dos materiais utilizados na produção das pessoas e veja dicas de como levar uma vida mais ecológica e em harmonia com o meio ambiente.

O processo sustentável

Em uma definição direta, o STEP (Sustainable Technology Education Project) diz que moda sustentável é a produção de roupas que leve em consideração o meio ambiente, a saúde dos consumidores e as condições dos funcionários empregados na indústria. Para entender um pouco melhor como esses princípios funcionam na prática, o TodaEla conversou com a designer de moda Hieda Oviar, responsável pela marca paranaense Irmãs Green, que explica como funciona o processo de produção de roupas e acessórios de moda sustentáveis. Hieda começa nos contando que o que a levou a trabalhar nesse ramo foi o prazer em oferecer para as pessoas produtos cujo conceito fosse ético e sustentável. Segundo ela, a motivação também vem das pequenas mudanças de atitude que, além de trazerem satisfação pessoal, revelam resultados positivos para a coletividade.
Crédito: Shutterstock
Na hora de criar as coleções para sua marca, a estilista revela que busca maneiras de causar o menor impacto possível. Entre as matérias-primas utilizadas, a empresa recorre a alternativas naturais, cujo cultivo não faz uso de agrotóxicos, como os tecidos orgânicos, e opções que promovam a reciclagem, como é o caso das garrafas PET.
Na lista de materiais estão tecidos e malhas recicladas mescladas ao poliéster de garrafa PET, tecidos e malhas orgânicas, tecidos naturais – como o linho e o bambu –, couro ecológico e jeans reciclado com poliéster de PET. Além disso, a marca reaproveita resíduos têxteis de coleções anteriores e compra retalhos de micro empresas familiares de Curitiba.
Sobre os problemas em se fazer moda consciente atualmente, Hieda Oviar cita que a falta de um grande leque de matérias-primas sustentáveis é o principal empecilho. “Mesmo não sendo possível nos dias de hoje fazer uma roupa 100% sustentável, já podemos observar um crescimento da indústria e de matérias-primas têxteis. Com a ajuda do desenvolvimento da tecnologia têxtil e da moda sustentável, esperamos ver em um futuro próximo a possibilidade de termos um produto cada vez mais eficiente, reduzindo ainda mais os impactos ao meio ambiente”, explica ela.
Crédito: Shutterstock
Sobre a coloração – processo que costuma envolver a liberação de substâncias químicas no meio ambiente –, a designer comenta que os tecidos utilizados já vêm coloridos de fábrica. No entanto, a empresa tem o cuidado de se certificar da responsabilidade ambiental de seus parceiros: “Buscamos tecelagens e malharias que utilizam selos verdes, o que garante o engajamento sustentável da empresa e a eficácia do produto final”, relata Hieda.
Depois de todo o processo criativo de elaboração das peças de uma coleção, a estilista conta que as roupas são cortadas e costuradas em facções de costura parceiras da empresa. Também nessa fase de produção, Hieda mostra que existe uma preocupação na redução de impacto ambiental, sem deixar de levar em conta a mão de obra empregada. Ela ressalta que a empresa trabalha dentro de um sistema que visa “comércio justo e condições satisfatórias de trabalho envolvendo todos os fornecedores da cadeia de produção”.
Para além do ateliê, a estilista aponta que as clientes que procuram a marca estejam buscando o mesmo ideal que fez com que ela trabalhasse com moda sustentável. Além da parte estética, Hieda acredita que exista um interesse ético – tanto social quanto ambiental – nos produtos. Em geral, quem entra na loja busca saber a procedência e a responsabilidade envolvidas em todo o processo.
Leia a notícia na íntegra em: Todaela.uol.com.br, leiam que vale a pena!!!!


terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Algodão Orgânico no Paraguai - Aratex

Boa noite leitores... novamente dei uma sumida do meu blog que amo tanto, correrias diárias, normal...
Hoje quero trazer para vocês um post muito interessante, que tal conhecer uma empresa que atua desde o plantio até a roupa feitos com Algodão Orgânico? Ou seja, plantado e produzido sem agredir o meio ambiente!
 
 
A marca chama-se ARATEX, produz o algodão e o tecido. E a Ara Organic Cotton, é a marca de roupas.
 
 
Vejam abaixoo release enviado a mim, pela Olga Segovia Lindstrom - Gerente Comercial da empresa:
"A delicadeza, simplicidade e ousadia de fazer roupas Ara algo muito especial e atraente.
Ara o algodão orgânico é uma marca inspirada na natureza, oferece a escolha do ambiente  de forma amigável. Os desenhos refletem um fresco, casual e delicada, elegância encontrar na simplicidade de suas linhas. Usando algodão 100% orgânico e um fino acabamento é obtido em equilíbrio perfeito entre beleza, conforto, saúde e sustentabilidade. Tons resgatados da mesma natureza se fundem com as novas tendências da moda. As texturas são muito macias e é resultado dos esforços que começaram nos campos de algodão orgânico nobre do Paraguai. Qualidade é zelosamente guardado da semente à roupa, protegendo o meio ambiente, a saúde dos agricultores e suas famílias para evitar o uso de pesticidas em suas fazendas."
 
"• Em 2002, se inicia a produzção de algodão orgânico no Paraguai, através do trabalho em parceria com pequenos produtores e suporte técnico de diversas organizações.
• A gestão de toda a cadeia têxtil começa com a produção de sementes, através de um programa minifundiários de agricultores de algodão orgânico (mais de 600 famílias no programa cobrindo cerca de 4.000 hectares sob manejo orgânico) terceirizando a fiação e a tecelagem com as melhores indústrias e manufaturas do Paraguai.
• Atualmente o Paraguai, por meio da produção da Aratex, é o segundo maior produtor de algodão orgânico na América do Sul.
• Aratex comercializa a fibra de algodão, vende fios, tecidos e produtos de merchandising nos mercados nacional e internacional, como a Alemanha, França, Espanha, Brasil, Colômbia, Argentina, entre outros."
*Desculpa a maneira como está escrito pois foi traduzido do Espanhol pelo Google tradutor.
 
Se alguém tiver interesse em montar uma parceria comercial com esta empresa aqui no Brasil, eles estão abertos a crescer em novos mercados, já atuam em diversos países, inclusive no Brasil, mas querem crescer aqui também.
 
O contato da gerente comercial:
Olga Segovia Lindstrom
Gerente Comercial
Aratex & ara organic cotton
Carandayty 321 casi 12 de Octubre
Asunción - Paraguay