sexta-feira, 4 de março de 2011

Um vestido verde no tapete vermelho do Oscar

O Oscar é uma cerimônia conhecida por figurinos luxuosos e joias deslumbrantes. Looks que são cuidadosamente pensados, desenhados e costurados para serem usados… uma única vez.
A matéria-prima, o trabalho de costureiras e estilistas, tudo é descartado, em geral, depois da noite do Oscar. É verdade que as celebridades não têm que se preocupar com o preço de um novo figurino – ganham milhões de dólares e muitas vezes são pagas para usar esta ou aquela grife. Mas, para Livia Firth, mulher de Colin Firth, ganhador do Oscar de melhor ator, as celebridades poderiam se preocupar com o meio ambiente e fazer do tapete vermelho uma passarela verde.
Foi o que Livia fez com a ajuda da amiga Lucy Siegle, com quem escreveu o blog The Green Carpet Challenge (O desafio do tapete verde) para a edição inglesa da Vogue. No diário, as duas contam como foi possível fazer um look ecologicamente correto – e à altura da ocasião – para Livia.

Livia conta ao Huffington Post que não é uma ecochata: preferia viver em um mundo em que tudo fosse produzido de maneira sustentável e não fosse necessário pensar quais produtos comprar e quais evitar. Mas já que não é assim, Livia diz que não foge da responsabilidade de tentar saber qual é o impacto de suas atitudes e compras sobre o planeta e tentou transmitir essa postura no tapete vermelho.
 seu vestido – eu não imaginaria, se ninguém me contasse! – foi feito a partir de onze vestidos garimpados em brechós de Londres. Todas peças eram da década de 30, retratada pelo filme O Discurso do Rei, pelo qual Colin Firth ganhou a estatueta. O estilista Gary Harvey uniu os tecidos, em tons de rosa e bege, até chegar ao modelo que Livia desfilou no último final de semana no Teatro Kodak, em Hollywood. Nas palavras de Lucy, os vestidos foram “upcycled” – ou seja, não foram apenas reciclados, mas melhorados. As joias de Livia também eram sustentáveis: as pedras tinham certificado de procedência, atestando que não vinham de minas ilegais.
Livia é uma mulher naturalmente bonita, o que é mais de meio caminho andado, mas achei super bem-sucedido o esforço das duas de fazer um look verde para o tapete vermelho. E vocês, o que acharam do figurino? E da ideia de “dar um up” em roupas antigas e fazer um modelito verde?

Fonte: http://colunas.epoca.globo.com/

quarta-feira, 2 de março de 2011

Paraty Eco Fashion - 5 a 7 de agosto de 2011

O Projeto
Promover em Paraty um grande encontro de estilistas, designers e estudantes de Moda, que tenham como propósito a Eco Moda.

Escolas e faculdades de moda de todo o Brasil estão convidados a participarem do Projeto, com seus alunos e o resultado dessas pesquisas, traduzidas em vestimentas, serão apreciadas por estilistas renomados que presenciarão os desfiles.

Para tanto a relação com as comunidade tradicionais de Paraty e/ou de outros estados e municípios é imprescindível:

- Caiçara – com seus bordados

- Indígena guarani- com seus trançados

- Quilombola – com seu colorido e suas cestarias

- Rendeiras e Tecelãs

As discussões sobre novas tendências, contempladas com a consciência sócio-ecológica, aquecerão o encontro.

 
Programação

No 1º dia -

– 19:00 – Abertura da exposição

– 20:30 – Abertura Oficial Apresentação do projeto e dos convidados especiais Show musical

No 2º dia -

– 09:00 – Desfile de barcos pelo Rio Perequê-açu representando cada comunidade envolvida, assim como a exposição dos produtos finais das pesquisas realizadas. Desfile dos produtos resultantes das pesquisas.

– 17:00 – Palestra com estilista convidado Eco Fashion- realização

– 20:00 – Show instrumental de música tradicional de Paraty – cirandas

No 3º dia -

– 09:00 – Encontro com propostas ecológicas de sucesso e seus criadores .

– Apresentação, comentários e premiação sobre os 3 melhores trabalhos.

– Momento do diálogo:

• Com as comunidades

• Com os alunos/participantes

• Com os estilistas convidados

– 18:30 – Encerramento do Evento

Para mais informações: http://paratyecofashion.com.br/

domingo, 20 de fevereiro de 2011

A comunicação e as estratégias de busca pelo consumidor verde

Nos últimos anos do Segundo Milênio, mais precisamente com a realização do evento Rio 92 que reuniu 108 chefes de Estado de todo o mundo, muitos países começaram a se preocupar, de maneira mais efetiva, com a concepção de estratégias para um desenvolvimento mais sustentável e menos consumista.
Aos poucos, esta conscientização sobre os problemas que o Homem tem ocasionado na Natureza (como a poluição dos rios, o desmatamento, a diminuição da camada de ozônio, só para citar alguns) se popularizou graças aos meios de comunicação e, com essa disseminação, os consumidores em potencial começaram a escolher seus produtos de consumo não apenas pelo preço, pela praticidade ou pelo renome da marca, mas também por uma pergunta: o que esta empresa faz pela conscientização ambiental e pela preservação da Natureza?
Este consumidor que realiza suas compras, ao menos parcialmente, com base nos critérios ambientais é chamado de “consumidor verde”. E cada vez mais as empresas traçam estratégias comunicacionais de responsabilidade socioambiental para convencer os consumidores verdes a comprarem os seus produtos e/ou seus serviços, com justificativas ambientais como a impressão de panfletos em papel reciclado, a plantação de árvores, o apoio a Organizações Não-Governamentais que promovem a conscientização ecológica, entre outras estratégias.

Porém, um fato que não pode ser esquecido pelas empresas é manter a honestidade desta busca. Ou seja, promover a sustentabilidade não apenas como “alçada de Marketing” para os públicos externos, mas também originar uma cultura sustentável no ambiente interno das organizações. E isso se faz necessário no Terceiro Milênio, ainda mais com a distribuição mais rápida das informações e com o desenvolvimento acelerado das novas mídias e de sites de relacionamento.
Como exemplo, se uma empresa for acusada de prejudicar alguma floresta ou algum rio, a notícia (verídica ou não) pode se espalhar rapidamente por sites especializados e ser comentada em comunidades virtuais gerando, além de danos sérios ao meio ambiente, uma grande crise de imagem para a organização.
Pode-se concluir com isso que a verdadeira responsabilidade social das empresas não está em colocar uma “máscara verde” em suas propagandas institucionais ou de apenas publicar releases de vez em quando sobre as ações ecológicas que a empresa promove. É necessário, isso sim, investir numa política responsável de comunicação e conscientização interna e externa para que a organização tenha uma postura honesta e uniforme diante dos problemas ambientais existentes em todo o mundo. A busca por uma boa imagem da empresa irá agradecer, e a Natureza também.

Moda Ecológica

por Claudia Levron, de Paris | 14/02/2011
 
H&M, Osklen, grandes marcas apostam pesado em tecidos eco-responsáveis

Ser eco não é mais moda, é uma questão responsabilidade com as gerações futuras e o meio ambiente. Preservar e reciclar são palavras de ordem que entraram definitivamente na consciência das pessoas. Até o que vestimos ou usamos é um reflexo de quem somos e no que acreditamos. Seguindo essa tendência, tecidos biológicos e reciclados, couros alternativos invadem o mercado fashion e ganham cada vez mais adeptos.
A gigante sueca de fast fashion H&M, com lojas espalhadas pelo mundo, investe pesado em materiais eco-responsáveis na fabricação de suas peças. Atualmente seu carro chefe é o algodão biológico, cultivado sem pesticidas, nem produtos químicos, ideal para o meio ambiente e seguro para os trabalhadores agrícolas.

Desde 2004 a marca vende roupas à base de algodão biológico, e pretende aumentar em 50% a sua utilização até o ano de 2013. Além do algodão, trabalha com poliéster e lã reciclados, tencel e tecidos do gênero.

As peças vêm com uma grande etiqueta verde facilitando a vida do consumidor. Segundo Henrik Lampa, executivo da H&M sueca, os clientes estão cada vez mais buscando esta etiqueta nos produtos. A coleção ecológica do verão 2011 da marca se chama "Garden" e, como não poderia deixar de ser, vem supercolorida e cheia de flores como um jardim.
No Brasil
No Brasil, várias grifes marcam presença na causa eco como a Osklen, que apresentou, na coleção inverno 2011, no último SPFW, acessórios feitos a partir do couro alternativo de salmão. A pele deste peixe é normalmente subaproveitada e descartada causando poluição biológica, sua utilização ajuda a prevenir a geração deste tipo de resíduo.

Há algum tempo, visando fomentar a conscientização ambiental, Oskar Metsavaht, estilista e proprietário da marca, criou em parceria com biólogos e ambientalistas o projeto e-fabrics. O selo, emitido pelo instituto, certifica que as matérias-primas retiradas do meio ambiente não afetam a natureza ou seres humanos. O selo é concedido quando tecidos reciclados ou reutilizados, como tecidos de algodão orgânico, couros alternativos, fibras naturais, tecelagem natural e látex natural da Amazônia foram usados na produção das peças.


Outra iniciativa veio de Chiara Gadaleta, apresentadora do programa de TV Tamanho Único, do GNT, que lançou durante o Fashion Rio, em parceria com a ativista e designer carioca Viviane Martins, o Instituto Ser Sustentável com Estilo, que reúne 13 nomes da moda brasileira, entre os quais Ronaldo Fraga e Luciana Galeão. São marcas que buscam usar, em sua produção, matéria-prima reciclada, tecidos feitos com algodão orgânico e tingidos naturalmente, couro alternativo. O principal objetivo do Instituto será incentivar a troca de experiências no setor, buscando promover a sustentabilidade, a economia criativa e a capacitação dos envolvidos. A natureza agradece.

Fonte: Bolsademulher.com

O que é moda sustentável?

A palavra “moda” vem do latim modus, e significa “modo”, “maneira”. É um código que acompanha o vestuário e o tempo, e que tem sido utilizada como uma via de expressão e identificação. Assim, o simples uso das roupas no dia-a-dia ganha um contexto maior, político, social,  e até ambiental.
Então o que seria a moda sustentável? Para responder a essa pergunta, temos que se pensar em todo o processo de produção da indústria da moda; desde a utilização de materiais orgânicos à valorização de mão de obra local, o que reduz a emissão de gás carbônico.
Jason Mraz com seu Eco-tux
Utilização de produtos orgânicos
Sabe aquela sua camiseta de algodão? Você deve imaginar que ela é uma roupa ecologicamente correta, certo?
Saiba que para confeccionar uma camiseta de 250 gramas, na China, utiliza-se, em média, 160 gramas de agrotóxicos, e que a maioria dos resíduos produzidos na fabricação da camiseta são despejados em rios. Falando em água…  o processo de fabricação de apenas uma calça jeans consome a mesma quantidade de água que uma pessoa precisa para viver durante um ano. Para que sua camiseta de algodão seja realmente sustentável, ela deve ser feita com algodão orgânico, para produzi-lo é necessário evitar o seu contato com produtos químicos e sustâncias tóxicas.
Upcycling
Em uma tradução livre, upcycling significa valorização do ciclo. Trata-se do reaproveitamento/reciclagem de materiais em fim de vida útil, transformando-os em algo novo. Algumas técnicas de upcycling estão sendo usadas na reutilização de garrafas PET para fabricação de ternos, conhecidos como Eco-tux.

Uma técnica mais popular, e uma das mais antigas de upcycling, é a customização de roupas; cortar aquela calça fora de moda, tingir uma camisa velha, pregar um botão, e assim transformando o que não se usa mais em  roupa nova.
A moda sustentável já invadiu o mundo fashion. Durante a São Paulo Fashion Week, o estilista Alexandre Herchcovitch mostrou em sua coleção masculina peças confeccionadas com tecido EcoSimple, feito com técnicas de upcycling.
Já o estilista Ronaldo Fraga, utilizou de algodão orgânico cru, e também de rendas feitas por artesãs paraibanas e bordados por cooperativas de Pernambuco e por artesãs de Minas Gerais.
A seguir uma lista sobre Moda e Sustentabilidade feita com informações do site FashioNYC:
1-    A produção de couro para roupas, bolsas e sapatos está entre as que mais poluem o meio ambiente. Isso porque, para amaciar o couro, são usadas toneladas e mais toneladas de sal, entre outros produtos. Esse sal é dissolvido em água, que vai parar no solo. Anos e anos de produção provocam o acúmulo de água salgada em regiões onde o sal não é parte do ecossistema.
2-    Cerca de 8 mil tipos de produtos químicos são usados para transformar matéria-prima bruta em tecidos. Muitos desses produtos provocam danos irreversíveis na humanidade e no meio ambiente.
3-    Mais de 11 milhões de toneladas de poliéster (isso mesmo, dá 11 bilhões de quilos) são fabricados por ano. O processo de produção deste tecido demanda um consumo de água muito pequeno, mas, por outro lado, exige uma grande quantidade de energia. As fibras do poliester não são biodegradáveis, mas ele é reciclável.
4-    O simples uso de uma camiseta básica pode despejar na atmosfera 4 kg de dióxido de carbono durante toda a útil da roupa. Isso acontece se ela for sempre lavada a uma temperatura de 60º C, for secada em secadora e passada a ferro. No Brasil, não temos o hábito de usar secadora, mas essa maquininha destruidora de roupas é hábito em vários países, inclusive os EUA.
5- Quase 100% dos tecidos existentes são recicláveis, e a indústria que faz essa reciclagem é capaz de reaproveitar mais de 90% das roupas descartadas. Isso é feito sem gerar subprodutos nocivos ao meio ambiente.

Fonte: Blog essetalmeioambiente.com

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Nike lança tênis feitos de revistas recicladas

Modelo é a base de tiras de revistas recicladas, costuradas e reforçadas por um material transparente e resistente

                 

A coleção ecológica de sapatos, feitos a partir de revistas recicladas, estreou em quantidades limitadas no primeiro dia de 2011, na Europa e China. 

Sâo Paulo - A Nike Sportswear lança uma coleção de tênis que alia moda à sustentabilidade. Os sapatos feitos a partir de materiais reciclados dão um toque diferenciado à coleção e impedem que diferentes resíduos sejam descartados inadequadamente.
O tênis é feito com papéis coloridos e estampas. Apesar de parecer estranho, o modelo é realmente construído por tiras de revistas recicladas, costuradas e reforçadas por um material transparente e resistente. O papel é tratado, para conferir resistência ao calçado; e as peças são exclusivas devido ao processo único envolvido; cada estampa é feita com a combinação de diversas impressões e com diferentres tipos de sequências.
Muito parecido com a coleção Nike Trash Talk, que inclui sapatos construídos por restos encontrados no chão de fábrica, a Nike Sportswear Premium Print Pack, nome dado à coleção, não deixa nada ir para o lixo e transforma velhas questões em novos lançamentos.
Esta não é a primeira incursão da gigante americana no assunto reciclagem. A empresa vem recuperando velhos tênis há décadas. O programa Reutilize um Calçado, que começou no início da década de 90, recolhe e processa o material transformando-os em Nike Grind, uma matéria-prima feita de papel reciclado e sucata de tênis, que pode ser usada em todos os tipos de superfícies desportivas. Para construir esses pisos, a multinacional trabalha com empresas líderes da indústria de pavimentação. Com essa política, a marca já reciclou 24 milhões de pares de sapatos até hoje, incluindo as doações de tênis de outras marcas.
A coleção ecológica de sapatos, feitos a partir de revistas recicladas, estreou em quantidades limitadas no primeiro dia de 2011, na Europa e China. No entanto, os tênis podem eventualmente tornar-se disponíveis nos EUA ou outros mercados selecionados, mas ainda não há previsão para a comercialização no mercado brasileiro.

Tênis Nike feito com tiras de revistas. Esse lançamento é para quem detesta usar calçados convencionais nos pés. A Nike acaba de lançar três modelos de tênis completamente revestidos com pedacinhos de revistas e jornais.

Batizada de Nike Premium Print Pack, toda a linha recebeu um tratamento especial para agüentar o tranco das ruas: os tênis foram revestidos com um plástico impermeável, que protege as tirinhas sem perder a carinha “bagunçada”.

Na Europa e na Ásia a coleção já está sendo comercializada. Ná América (incluindo Brasil e EUA) não existe nenhuma previsão de chegada ao mercado. Mas vale a encomenda, ou quem sabe a inspiração para outras empresas. O preço dos produtos também não foi divulgado.


Fonte: http://www.lazerbeleza.com/

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Casal faz roupas de papéis de chiclete para ir a baile escolar nos EUA


Imagem da TV americana mostra Elizabeth Rasmuson e seu namorado, Jordan Weaver, vestindo roupas feitas de papel de chicletes em Garner, no estado americano de Iowa. O casal vai usar as roupas no baile da escola, no próximo sábado. Ela disse que teve a ideia depois de ver um vestido semelhante, feito de fita adesiva. O casal afirma que começou a colecionar as embalagens em agosto, mas perdeu a conta de quantas tinha quando chegou a 200.

13/04/10


Uma ideia criativa pro seu vestido de formatura


Elizabeth Rasmuson e seu vestido de embalagem de chiclete

Final do ano daqui a pouco está aí e a época das festas também. Pode ser a da sua faculdade, do colégio ou a dos seus amigos, irmãos e parentes. E o drama é sempre o mesmo: com que roupa eu vou? Pois então, uma estudante americana estava na mesma situação, as voltas com a tão sonhada formatura, que é motivo de dor de cabeça pra muitos jovens nos EUA. Elizabeth Rasmuson queria um vestido único pro evento e teve a grande idéia inspirada pela embalagem do chiclete que mais gostava. O “Five gum” vem em embalagens coloridas e brilhantes e Elizabeth escolheu os tons de azul e prata e começou a comprar quantidades da guloseima.

Ela ainda fez um colete pro namorado! São o casal cafoninha mais fofo que já se viu, não são?

Parou de contar quando juntou 200 papéis desses que envolvem o chiclete – distribuindo o conteúdo entre os amigos. O trato era: chiclete mascado; papel devolvido. Com a matéria em mãos iniciou seu trabalho de estilista/artesã num corpete que ela envernizou para dar um melhor acabamento e terminou o vestido com uma saia volumosa de tule. Pra combinar, ainda fez um colete pro namorado! Fofa, né? Não que o produto final tenha ficado a 7ª maravilha do universo, mas idéia é super original e tem tudo a ver com essa onda de reaproveitar materiais. Ha-zô!

Ana Olyveira e Izadora Gauche, colaboradoras do Descolex, de São Paulo.
10/09/2010

Fonte: Descolex.com

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

É lei: agora todo mundo tem de reciclar os resíduos que produz!!!

Tão bom iniciar este novo ano com uma postagem de uma notícia tão boa! Fiquei tão feliz quando soube que agora é LEI separar e mandar para reciclagem o lixo gerado em nossas casas, comércios, etc. Parabéns governo por este pequeno avanço, porque precisamos de muito mais atitudes como está! 

Abaixo segue a notícia que li no site do Diario Catarinense (Jornal de SC).

Norma nacional recém-regulamentada prevê multa para quem não separar as sobras

 Se a lei for cumprida, as cenas de lixo acumulado nas ruas devem ser mais raras
Foto: Gilmar de Souza

Desde o dia 1º de janeiro, está em vigor a Lei da Política Nacional de Resíduos Sólidos. O objetivo principal é intensificar as ações de educação ambiental para melhorar as condições do meio-ambiente brasileiro. A normal nacional récem regulamentada prevê multa para quem ainda não separa adequadamente as sobras domésticas.
A nova lei trata da redução do uso dos recursos naturais. O projeto tramitou no Congresso Nacional por 21 anos, foi sancionado pelo presidente Lula no início de agosto e no dia 23 de dezembro foi publicado no Diário Oficial da União o decreto de regulamentação.
A nova política impõe multa de R$ 50 a R$ 500 a quem não separar o lixo. Prevê também obrigação às prefeituras de coletarem separadamente o lixo orgânico do reciclável e estabelece a "logística reversa": empresas, indústrias, produtores, comerciantes, distribuidores e consumidores são responsáveis pelo destino correto dos resíduos que produzem. 

Confira como separar corretamente os resíduos:

Comcap fiscalizará a lei em Florianópolis

De acordo com o secretário-adjunto de Habitação de Florianópolis, Nelson Bittencourt, será elaborado um Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos para instruir a população e os responsáveis pelo desenvolvimento do plano.
A lei vai estruturar o funcionamento, realização e divulgação dos projetos de cada município, e eles deverão realizar seus planos de gerenciamento conforme a norma nacional determina.
Em Florianópolis, o primeiro passo será a reestruturação da Companhia Melhoramentos da Capital (Comcap), responsável pela coleta do lixo na Capital. A Comcap fiscalizará a política.
As multas para quem não estiver de acordo com a lei devem começar a valer depois que comunidade tiver conhecimento do Plano de Gerenciamento.

Confira o que ocorre quando os materiais são reaproveitados e quando são desperdiçados:
Fonte: Diário Catarinense